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temporada 2010//
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Dias Inesquecíveis|
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No dia 19 de maio,
o Grupo Red apresentou o espetáculo "Dias Inesquecíveis"
aos alunos e funcionários da Escola Municipal Maria Regina
Leal, no bairro Espinheiros. Confira as fotos e os depoimentos
abaixo.
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depoimentos |
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| "Muito
legal, mexeu muito com a galera esse lance do bullying
e inclusão social. E sobre o amor de Deus,
foi legal ter passado. Que essa iniciativa continue,
pra levar essa mensagem pra todo mundo.”
(Alan,
17 anos) |

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| "Gostei
quando o Bruno é excluído, e ficou
bem quietinho, não se manifestou. Geralmente
as pessoas se manifestam, porque elas querem saber
porque não estão falando. Como aconteceu
comigo e com outra menina, a gente não se
dava bem, brigamos mas agora somos bem amigas. E
acho que devemos conversar com as pessoas e ver
o que elas precisam, porque não se enturmam
com os outros. Vou perceber as pessoas que estão
ao meu redor, ver o que elas precisam e o que eu
posso dar de melhor para elas.” (Ana,
17 anos) |

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| "Muito
bom, mostra como realmente é na escola. Isso
ajuda a ver que está errado.” (Leirimar,
17 anos) |

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| "Bem
interessante, é algo que está bem
em foco nos dias de hoje. A parte que mais gostei
foi o final, mexeu bastante, foi bem legal.”
(Samanta,
16 anos) |

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| "Muito
boa. A partir de hoje, com certeza, vou rever meus
conceitos e o que o que estou fazendo.” (Rudinei,
16 anos) |

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| "Me
emocionei quando um estava excluído, porque
é algo que acontece muito hoje em dia. A
gente olha (a peça) e percebe que tem excluído
as pessoas que, muitas vezes, nem notado é.
Aprendi com isso que a gente não deve discriminar
ninguém pelo seu jeito de ser, ou de pensar.
Devemos gostar delas e ser do mesmo jeito com todas
as pessoas.” (Jociele, 16
anos) |
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| "Achei
legal. Respeitar o próximo é essencial
pra vida, e quero ser mais gentil com a galera.”
(Kevin, 16 anos) |
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| "Gostei
do final, da parte que o Bruno fica distante mas
depois os amigos chamaram ele, falaram que ele era
o melhor amigo. Desde a minha infância, eu
estudava com um menino e a turma sempre judiava
bastante dele, e isso sempre me chocou. E quando
eu vi aqueles depoimentos, me deixou meio tocada.
Eu nunca fiz isso, sabe, mas foi muito bom para
influenciar as pessoas a não agir dessa maneira.
Na minha sala, tem um menino que é muito
zoado, ele assistiu também, e vi que ele
ficava olhando. Ele fica bem distante, e não
se desenvolve.” (Irana, 16
anos) |
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