// temporada 2010//
| Dias Inesquecíveis|

No dia 07 de maio o Grupo Red apresentou o espetáculo "Dias Inesquecíveis" aos alunos e funcionários da Escola de Educação Básica Prof. Rudolfo Meyer, no bairro Floresta. Confira as fotos e os depoimentos abaixo.

 
| depoimentos |

"Cara, foi demais. Eu já tava emocionada quando eu cheguei, aí quando eles começaram a falar até com as músicas eu me emocionava. E quando ele começou a falar de Deus, no final, foi perfeito. Eu cheguei e olhei, meu cara, porque que eu tô aqui, vou embora, vou sair. Mas quando começou, eu não queria que parasse. Ás vezes a gente zomba das pessoas e ri, mas a gente não pode ser assim, porque eu poderia estar no lugar dela." (Bruna, 16 anos)

"Gostei muito, falou sobre a verdadeira amizade. Vou mudar não ignorando as pessoas, e preservar as amizades que eu tenho." (Gisele, 18 anos)

"Gostei da parte do final e da parte que ele não tinha pai. Às vezes fazemos brincadeiras com as pessoas e não sabemos que magoa.” (Thais, 17 anos)

"Bem legal e a parte mais emocionante é o final quando os amigos se reencontram, se abraçam, se reconciliam. Como sou professora, já aplico muita coisa na minha vida. O que pode mudar, é conversar mais com meus amigos que realmente estou longe, sou de São Paulo e estou aqui há pouco tempo. Aqui ainda estou conhecendo.” (Juliana, Professora de Artes)

"Maravilhosa, muito legal mesmo. A parte que mais me tocou foi quando ele falou sobre o pai, porque é mais ou menos assim lá em casa, eu não converso muito com meu pai. Agora vou tentar conversar com ele.” (Adrielli, 15 anos)

"Gostei da parte que fala do amigo, que temos que ter um amigo sempre. Bem bacana. Acho que também vou falar mais com meu pai, porque estou afastada dele, posso ter meus amigos mais perto.” (Samara, 16 anos)

"A parte que mais me emocionou é quando eles deixam o Bruno de lado. Na minha opinião, não tem a pessoa em segundo lugar, todos que são amigos são iguais. Não podemos afastar um por alguma coisa. E na minha vida, ele falou da parte que não tinha pai. Eu tenho pai, mas não conheço ele. Sempre foi falado alguma coisa dele e agora acho que eu deveria correr atrás para saber quem é ele. Eu não morava com meus pais, morava com minha tia, e agora eu fui morar com minha mãe e estou vendo como ela é. O que os outros falavam dela, é bem o contrário. E agora eu quero ver o meu pai.” (Elizabeth, 16 anos)

"Gostei bastante da parte que falou sobre a amizade, sobre o preconceito nas escolas com o pessoal que é zoado, achei bem interessante.” (Pâmela, 16 anos)

"Gostei quando fala da amizade e quando coloca os problemas familiares, porque aconteceu esse fim de semana, na verdade, comigo e me tocou muito. Aí quando foi dito que o amor é que prevalece, é isso que eu acho que vou fazer agora. Esse problema é com meu pai na verdade, mas vai mudar e vai ficar melhor.” (Fabiane, 16 anos)